A prosa desenrolava-se calcamamente, N'uma única direção: imprecionante era a cumplicidade do bolero,de causar "uma" ,ou mais de uma's...certas estranhesas.
Estando na presença fisíca nada impediria-me de questionar os caminhos das latentes trocas de informações. não tinha espaço para lamurias nem descontentamentos. ao desligar me do assunto; por estantes, (segundos) veio a mente, como uma luz... um texto do René Descartes.
(pouco à pouco ,livrei-me de muitos enganos que ofuscam a nossa razão e nos tornam menos capazes de ouvir a razão.)
uma boa leitura.porém, para entender o desfecho desconexo do texto, teriam que ler todo o capítulo do livro
( Discurso do método) como o titulo sugere, é um discurso: questionando a razão, mas ciência ,que não vem ao caso...
A beleza do medo,é não confiar tanto . ouvindo e vendo tantas boas intenções refletidas no espelho,confundimos intencionalmente as ditas intenções que provavelmente as levariam a um grande labirinto com uma única saída.
A prosa teve um fim : e sempre aprendemos um pouco com a troca, "mesmo" que a mesma seja só belas trocas de palavras sinteticamente incorretas....
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