Nervos ,cascas,brejeiros de copas fora...
Silêncio dos ocupados nas baias dos grandes precipícios...
Faria parte da imaginação cansada de esperar um sinal de vida?!
Pulsaria no batente dos olhos ardilosos do capataz ,esperando uma fuga,seria a descordia dos dias
seus e, de todos ali enclausurados.
Seres das conseqüência de uma criação quase divina ...
Desandou por meios ,se perdeu por pura tradição dos costumes.
Não à vergonha expostas nos olhares...lábios cansados ,esperando algum som ,um sussurro talvez ,
plagiado pelos fortes de coração, estrupeados de razões que nem sempre as são....
Severo ,endurecido;porém: disposto à mais uma das tantas doses de sabores, um futuro aguarda ,
este ao qual lhe propõe um não confronto.
Tateando as baías, no espaço que lhe convir ,não mas aguarda....
por frestas densas ,tenta!
Não mas ao lamento ,descendente dos fortes, diz-se por ai , que seria num momento relapso, abririam algumas delas ....
Sim! para o grande labirinto do contentamento plural.....
Verbalizar agora! não é mas preciso....
Ver vida nos olhares,cabisbaixos; sim! isso é precisar. mas do mais ,nas baias que agregam pessoas e animais....
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