.: Quase profano

domingo, 19 de junho de 2011

Quase profano

              Não fui tão omisso ao ponto de calar  sua voz?!
Era ligeira em falar,lemta em ouvir,com dores ou sem ,me assustava.
Agora gangorreia nas intimidades cadavéricas,cheira com o bom
olfato ,distinguindo-as das própias tolerâncias,essas impostas por suas
idas e benditas vindas.
(...)
Escapas das pressões dos ditos psceudônimos,e tanto faz se vai chover ou não.
Que venham as boas chuvas e lave e leva todas as redundâncias 
cometidas ao longo da breve abreveatura.
Que se faça: não por conveniências,mas por quê se fez o novo 
Do novo ao futuro tão certo que dói, so de pensar!
que venha este,no aguardo com ou sem o descanso da ansiedade.... 
(...)
profanato! 
(...)
Retire-se agora!?...

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